Underground Logos pt.4

The Turbo Ac’s (1995)

Urban Waste (1984)

Faster Pussycat (1988)

Prong (1994)

L7 (1992)

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Gobblehoof – Freezeburn (Review)

De vida curta, a banda apenas lançou um álbum: FreezeBurn, produzido pelo gênio maluco das guitarras distorcidas do Dinosaur Jr, J Mascis, que ainda domou a bateria da banda durante as gravações, (alias um ótimo trabalho, sendo que Mascis estava longe da bateria há quase uma década desde o fim de sua primeira banda “Deep Wound”). A banda também carregava consigo outro antigo membro do Deep Wound: Charlie Nakajima, agora retornava aos vocais.

Partindo de primeiras ouvidas, surpreendentemente a sonoridade da banda passa longe de qualquer coisa relacionada ao rock indie do Dinosaur Jr. Tudo é muito mais pesado em relação…bem a tudo. O som é mais puxado para o grunge e o metal, claro impossível uma banda  de rock não sofrer nenhuma influência de Seattle nesta época, mas mesmo assim surpreenderia qualquer seguidor do Mascis.

Vocais pesados que lembram um hibrido de Iggy Pop misturado com Nick Cave e Melvins, reforçam o aspecto pesado do trabalho, realmente gostaria de saber que fim levou  Charlie Nakajima, pois a voz dele era realmente uma raridade.

Álbum pesado logo guitarras pesadas, solos excepcionalmente em quase cada canção não importando sua duração,tudo perfeitamente alinhado para  fazer o gosto de qualquer headbanger que esteja pronto para conhecer mais uma banda que ficou esquecida nos anos 90.

Melhores faixas: Sintax, Nomad Lust, Seed, Death e Headbanger (Windshield).

Nota: 4,1/5

Gobblehoof – Headbanger (windshield) (1992)

Gobblehoof – Sadist (1992)

Ziggy Stardust já é Quarentão

Pois é, o pseudonimo do nosso bom amigo Bowie, vei chegar aos quarenta.

Como uma data tão importante para um álbum tão importante no mundo do rock não poderia passar bátida, uma versão remasterizada do lendário  álbum de David BowieThe Rise and Fall of Ziggy Stardust  and the spiders from mars” no exato dia de seu lançamento (5 de Junho).

Porém como vivemos em uma época de modernidades porque não relembrar agora e de graça essa obra prima do rock dos anos 70?

Pois bem, o streaming do álbum foi liberado, basta um clique, e uma scrollada para baixo:

http://www.pastemagazine.com/articles/2012/05/stream-the-entire-remastered-version-of-david-bowi.html

Bowie Fica feliz..

Urge Overkill – The Supersonic Storybook (Review)

“The Kids are Insane!”

Como é bom relembrar certas bandas, e como deve ser estranho chegar ao sucesso por causa de uma cover…

Alguns irão se lembrar desta banda, aquela que despretensiosamente (palavra chave despretensão), criou uma das covers de rock mais famosas e conhecidas dos anos 90. Lançada em 92 por Ep de duas faixas do maximo para os ouvidos Quentin Tarantino, para enfim ser  marretada em seu blockbooster “Pulp Fiction” e chegar as mais tocas do ano de 1994.

Mas claro como tudo na vida não é fácil (principalmente se você escolhe ser musico), os rapazes do Urge Overkill tiveram que construir um caminho para que o sucesso aparecesse.

Um ano antes do EP “Stull” com  a faixa “Girl, You’ll Be a Woman Soon,” fosse lançado, a banda já estava construindo a sua notoriedade por causa de outro álbum, (Alias já o seu terceiro).

The Supersonic Storybook foi lançado pela Touch and Go (antes de eles migrarem para a Geffen), uma gravadora relativamente conhecida, mas com maior fama entre as bandas de noise rock e hardcore norte-americanas, estilos em que o Urge Overkill não se enquadrava.

Alias a banda nãos se enquadrava com quase nenhum outro estilo. Era começo dos anos 90, e seus integrantes adoravam o conceito do sucesso, contradizendo qualquer outro movimento de rock do momento, como o grunge, ou o post-punk…ou seja os caras eram autênticos:

“Vamos ser rockstars, queremos o sucesso e sim com o nosso rock e fodasse

The Supersonic Storybook possuiu nove faixas Nash Kato e Eddie Roeser, ambos vocais, guitarra e baixo do Power trio.

A obra começa com a distorção de “The Kids Are Insane”, a guitarra acompanha o voz de Nash e o teclado fazendo a canção fluír de uma formar inevitavelmente estilosa, é rock sujo dos anos 90 com uma pitada de soul! Simplesmente algo que você escudaria dirigindo pela cidade de madrugada cantando o refrão: “lets hit the city!”, apenas um aperitivo do que o álbum viria há oferecer. Segue-se com “The Candidate”, uma faixa de cinco minutos exatos seguindo a mesma onda de festividades e solos despretensiosos porém chamativos.

Dou destaque também para: Bionic Revolution, uma canção com uma levada mais Funky, um híbrido de rock alternativo com refrões de Black music dos anos 70 e “Vacation in Tokyo” uma balada distorcida que aparenta seriedade, porém que cresce conforme a canção vai acabando, coisa fina!

As melhores:

“The Kids Are Insane”, “The Candidate”, “Bionic Revolution”, “Vacation in Tokyo” e “Henhough: The Greatest Story Ever Told”.

Nota: 4,5/5,0

Urge Overkill – The Kids Are Insane (1991)